A Paulicéia, segundo Mário de Andrade

Quinta-feira,26 Junho, 2008 at 2:42 am (Cultura, Jovens, Metrópole, Modernismo, Sociedade) ()

De 1900 à 1922 a população de São Paulo quase triplicou, passando de 250 mil para mais de 600 mil habitantes.

Com essa nova paisagem, Mário de Andrade em “Paulicéia Desvairada” (1922), relata as transformações decorrentes desse progresso.

A cidade moderna representava um avanço importante na vida dos paulistanos, mas também poderia extinguir a singularidade de cada indivíduo.O que de fato veio a acontecer.

Assista o vídeo com versos retirados do livro.

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Dádiva

Quinta-feira,26 Junho, 2008 at 2:17 am (Jovens)

O amanhã não está garantido.

E caminhar é preciso, mesmo que não encontre motivos convincentes.

O roteiro você escolhe.
Lembre-se, “cada escolha uma renúncia, essa é a vida.”

Se alguém encontrou um sentido para a vida, chorou
Por aumentar a perda que se tem ao fim de tudo transformando o silencio que até então é mudo
Naquela canção, que parece encontrar a razão
Mas que ao final se cala frente ao tempo que não para frente a nossa lucidez.

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Cidadão Quem – Noites de outros dias

Sábado,21 Junho, 2008 at 4:52 pm (Jovens, Música)

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O “x” da questão

Sábado,7 Junho, 2008 at 10:20 pm (Cultura, Jovens, Música, Sociedade)

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“Somos habitantes do planeta, e não mais de nosso território.”

Cada vez mais observamos a falta de repertório das pessoas. A grande massa que é composta por indivíduos e suas peculiaridades, perde sua identidade, e suas raízes são transformadas em pó.
Não mais saberia dizer se isso acontece por vontade própria, ou se ainda somos levados a tomar tais atitudes.

O que está em jogo é a perda da identidade, do nosso diferencial. Somos julgados pelo que temos, por quanto ganhamos, por quanto gastamos. E muitos preferem ser julgados dessa forma.

Conforme os dias passam, tentamos nos igualar a outras pessoas. Pode ser inconsciente, mas agimos assim, e acabamos mostrando algo que não somos.

Hoje a originalidade não faz tanta diferença. Já que tentando parecer diferentes foram criados muitos grupos, com o intuito de modificar comportamentos, vestuários, músicas, ideologias.
Nos dias atuais esses grupos não conseguem modificar tanta coisa, a não ser o “mundinho” que eles vivem. E eles acham que estão fazendo a diferença. Talvez estejam.

Como dizem, toda regra tem a sua exceção, e nesse caso há muitas exceções. Mas fazer tantas transformações não é tão fácil quanto possa parecer. Seria agradabilissímo se fosse.

Importante mesmo é compreender que as modificações que podemos fazer começam em atitudes simples. E que deixar de habitar o próprio território, esquecendo suas origens, suas peculiaridades, nos tornam cada vez mais seres alienados.

Nathalia Guarezi

Foto: Flickr/fagnersouza

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